... batia, batia, e continuava batendo na porta
até que ele deu um tapa em sua mão estendida, mão solícita e disposta a fechar um acordo de paz
esse acordo desonesto de cavalheiros que fizeram por tantos anos...
ele não quer acordo, nem selo, nem começar, nem terminar
.
ele não sabe que existe um ponto
.
suas mãos continuaram estendidas, alguns minutos, imóvel, na direção do seu peito.
não doeu, os olhos firmes olhavam ora a mão ora o olho dele. em vão.

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